Concluído, para este simbólico e festivo dia, o restauro da Porta da Capela, pelo esmerado trabalho do nosso mestre Paulo Nogueira, exímio profissional no ofício de São José, a quem agradecemos. Fica assim completa a fachada da Ermida de Nossa Senhora das Dores e da Piedade, Patrona e Titular do Paço de Mouronho.
domingo, 12 de junho de 2022
Em Domingo da Santíssima Trindade
segunda-feira, 6 de junho de 2022
Divino Espírito Santo 2022
domingo, 15 de maio de 2022
domingo, 3 de abril de 2022
Restauro do Salão de Jantar do Paço de Mouronho
Concluído o restauro do Salão de Jantar do Paço de Mouronho. Um esmerado trabalho do bom Amigo Luís Leite e do seu colaborador e artista, Sr. Diamantino Valente, a quem a Casa Botelho de Gusmão, empenhadamente, muito agradece.
domingo, 9 de janeiro de 2022
Entrevista de Natal ao Jornal "A Crença"
Natal é?
O Nascimento de Nosso
Senhor Jesus Cristo, Solene Entrada de Deus na História, início da nossa
Civilização Cristã e premissa da nossa própria Redenção, Bem primeiro do ser
humano que não se fique pela vã glória dos dias. E todos os adornos, sejam “os
da Verdade ou os da Fantasia”, só provam a grandeza da data. Depois cada um
escolhe entre a Festividade à Mesa do Aniversário ou apenas os arredores das
variedades dos saltimbancos e trapezistas que também fazem parte e adornam
sempre uma Festa Real.
Uma tradição familiar?
Na Igreja, à Missa do
Galo. Imprescindível. Em Casa, ao Madeiro, com os presépios, os cantares ao
Menino e a porta aberta aos Amigos.
Natal passado em que parte da Ilha?
Neste edílico sul
micaelense: entre Vila Franca e Ponta Delgada, sempre com um toque na natalícia
Lagoa de Santa Cruz.
Bacalhau, peru ou polvo?
Bacalhau na Noite,
símbolo da abstinência dos antigos. Os demais surgem de quando em vez. Oficial
mesmo é a carne de vinha d’alhos, ao Madeiro.
Doce de Natal favorito?
Bolo de mel.
Quem ocupa o primeiro lugar lá em casa?
Primeiro o altarinho
com o Menino, depois o Presépio grande, replicado à exaustão das divisões, e,
finalmente, junto à mesa da ceia, a árvore, símbolo da vida, submetida ao
nascimento do seu Criador.
Presépio à moda antiga ou simples?
À antiga, claro.
Melhor presente recebido no Natal?
O melhor de sempre? A
minha Amada. Conheci-a “na Noite”. Na Noite Santa de Natal. À Missa do Galo da
Matriz do Arcanjo.
Deste ano? Uma caixa
de excelente vinho, entregue por um Padre Amigo, sempre muito reconhecido. Pela
proveniência e pelo gesto.
A mais inusitada?
Entre muita apreciada tralha do meu cunhado Edgardo, um penico de latão para o
quarto episcopal do Paço de Mouronho…
Uma memória inolvidável do Natal?
Tantas. O remoto Natal
em que o vizinho Artur Viera quis emprestar, a este petiz e a sua irmã, uma
grande caixa de tarecos da sua mercearia, a aumentar o Presépio da velha
Cozinha da Vila. O primeiro Natal em que me foi confiado o presépio da
Casa da Lagoa. Tinha seis anos. Estava tão entusiasmado com a missão que
comecei logo após os Santos. Meu pai convenceu-me que em Outubro era cedo de
mais… As academias do Seminário-Colégio. A Família que já partiu. Os
Natais antigos que só vivi por tradição oral. Os Coros com que já tive a
alegria de viver essa bucólica Noite… Tantas.
Canção de Natal predilecta?
Adeste Fideles, chamado o “Hino Português”, sem esquecer o nosso
“Pela Estrada da Judeia”, da Escola do Padre Serrão, se não do próprio, a que
podemos chamar, no Natal, “O Hino Vila-franquense”.
Uma palavra para definir 2021?
Excelente. Como todos
os demais. Nada é perfeito nesta vida. Dentro da imperfeição, mesmo entre
noticiadas tristes doenças e mortes, felizmente de ninguém conhecido,
aproveitou-se para aperfeiçoar algumas coisas importantes, nomeadamente para
abrandar esta vaidade em que se caminhava para endeusar a ciência dos homens
aos píncaros da imortalidade.
Com quem passou a Consoada?
Com a Família. E os
que partiram. Têm sempre um simbólico prato posto à mesa, o qual, caso não o
usem, pode até ser usado por alguém que mais precise. Mas nunca o foi. Nem por
uns, nem por outros. É à tarde de Natal que a tradição micaelense continua a
reservar a simpatia dessas visitas mais espontâneas de quem passa no frio de
fora...
Planos para a passagem do ano?
Descansar destes
bonitos dias.
Missa da Solenidade de Santa Maria Mãe de Deus ou Missa do último dia do Ano com Te Deum?
Sempre Te Deum, tradição que em Portugal inteiro se conserva apenas nesta Ilha. Obrigatório. Missa de Ano Novo quando em gratificante dever de ofício coral.
Um desejo e um objectivo para 2022?
Prosseguir...
Serenamente. Nesta vida ou na seguinte, conforme for o caso.
sábado, 25 de dezembro de 2021
Presépio Grande das Casas do Frias
domingo, 19 de dezembro de 2021
Presépios da Casa de São Domingos
sábado, 27 de novembro de 2021
Melhoramentos no Paço de Mouronho
quinta-feira, 25 de novembro de 2021
A Casa Mãe de todas as Direitas
VÍDEO: https://arquivos.rtp.pt/conteudos/campanha-para-as-regionais-96-nos-acores/
Há 25 anos, recepção nos Açores ao líder natural do CDS-PP, indiscutivelmente a Casa Mãe de todas as direitas, a qual deve ter orgulho nos que estão e dedicadamente a servem, nos que partiram e lhe deram a alegria do regresso e, creio profundamente, também nos que partiram e, com empenho e entusiasmo, dão novos mundos ao mundo da Direita.
E as direitas nunca são rivais da Casa Mãe: complementam-na, enriquecem o espaço político, esvaziam o cinzentismo do centrão e, na sua diversidade e no seu conjunto, atraem muito mais eleitores, perdidos entre a abstenção e, pior, o voto na demagogia fácil das esquerdas.
Tiram votos à Casa Mãe? Não, só a esquerda os pode tirar, as direitas quando muito especificam-nos.
Modesta perspectiva deste eleitor perfeitamente de Direita, que não pertence a nenhuma das supra referidas três categorias de orgulho da Casa Mãe e que, neste emblemático vídeo, aparece despercebido e de relance a aconselhar qualquer coisa à organização do evento, o registo em que me sinto melhor na vida pessoal, profissional e política: transmitir aos outros o pouco que sei.
Nota final: há anos arredado da vida pública, mantenho muita honra em a ter servido na minha juventude sob a carismática e íntegra liderança do Doutor Manuel Monteiro, seguramente um dos maiores e melhores portugueses do nosso tempo, hoje a maior referência da Casa Mãe.
Casas do Frias, 25 de Novembro de 2021, Dia da Liberdade reconquistada.
















