"Dali em diante, a tarefa foi árdua e prolongada, a avaliar pela enormidade da obra e pelo número de operários em acção: cerca de 45 000. Vieram de Itália pranchas de nogueira para os caixotõs da sacristia e do coro; angelim do Brasil, destinado a portas e janelas. Pero Pinheiro, Sintra e Loures deram mármores para colunas, vergas e peitoria. A França, a Itália, a Belgica e a Holanda contribuiram com estátuas, sinos, carrilhões, baixela do Convento, luminária, indumentária e torêutica eclesiástica de inexcedível e primoroso trabalho..."
