O apreciado nome lembra Santa Inês, seguidora de São Domingos de Gusmão.
Aos seus pais e avós, os nossos Parabéns.
Jornal da Casa Botelho de Gusmão
Enquanto se prepara o acampamento anual das crianças para este fim de semana, na Vila, lembrei-me que há, de facto, coisas boas. Ocupamos demasiado do nosso tempo a pensar nas desgraças que nos rodeiam, naquilo que já não vale grande coisa, ou que ainda não é como deve ser, esquecendo, ou não dando o verdadeiro realce, ao que continua a ter um papel essencial na nossa comunidade.
Num sonho todo feito de incerteza,
Celebra-se, a 8 de Agosto, São Domingos de Gusmão.
13 a 17 De Julho – Segunda a Sexta
No rescaldo da grande Festa de Baptismo, aqui fica um poético artigo, do conhecido avô, João Bento Sampaio.
Terça-feira, dia 23, a noite é de São João.
Quinta-Feira, dia do Corpo de Deus, a Procissão do Santíssimo volta a percorrer as artérias da Cidade de Ponta Delgada, saindo da Igreja Matriz após a Missa de Festa, às cinco horas.
Enquanto aguardamos o seu regresso de Toronto, aqui fica uma crónica bem humorada de Bento Sampaio, no rescaldo das Festas do Senhor.
É já no próximo Domingo que todos os caminhos vão dar a Água Retorta, à Lomba das Fagundas. O Mordomo é o carismático farmacêutico pontagarcence Cláudio Medeiros. O Império é do Divino que, em tão abençoada aldeia, rasga de festa a pacata manhã, entre vielas e outeiros, até à restaurada Igreja da Senhora da Penha de França e, pelas 11.30, junta o povo em solene Missa da Ascensão, que o Vigário local é Vigário Episcopal.
Em tempo de Festa, um artigo do nosso Bento Sampaio, estes dias em terras do Canadá para lançar a sua segunda colectânea de crónicas “Viagens no Tempo”, no dia dos Açores. A Identidade deseja-lhe a merecida recepção nessas nossas terras de Diáspora!
Chegaram as festas. Por toda a Ilha, as festas do Senhor marcam este tempo, envolto em alegria e assente no entusiasmo que só os açoreanos sabem pôr nestas coisas.
Embebido nas ruelas da imponente Cidade que serve de berço à nossa civilização e Capital do Império Cristão, da Roma Eterna agora chegado, volto à escrita deste modesto Jornal atordoado pela magnificência desse outro mundo. Ou melhor, do mundo!
Herói e Santo,
O túmulo de Nuno Álvares Pereira foi destruído no terramoto de 1755. O seu epitáfio era: "Aqui jaz o famoso Nuno, o Condestável, fundador da Casa de Bragança, excelente general, beato monge, que durante a sua vida na terra tão ardentemente desejou o Reino dos Céus depois da morte, e mereceu a eterna companhia dos Santos. As suas honras terrenas foram incontáveis, mas voltou-lhes as costas. Foi um grande Príncipe, mas fez-se humilde monge. Fundou, construiu e dedicou esta igreja onde descansa o seu corpo."