segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Ao Bom Jesus da Pedra.

No último fim-de-semana de Agosto, Vila Franca do Campo volta a ser a Capital. De toda a Ilha acorrem milhares de peregrinos e forasteiros para a maior festa religiosa que ocorre durante o Verão nesta Ilha do Arcanjo.
Sentado numa pedra, numa das Suas mais trágicas horas, escarnecido pelos homens como pretenso rei dos Judeus, Jesus Cristo é festejado pela Igreja como verdadeiro Rei do Universo.
No Sábado, pelas 21.30, a Mudança leva a Imagem da Igreja da Misericórdia para a mais antiga Matriz da Ilha, onde é acolhida no templo repleto de fiéis, com um grande Coro, constituído pelo Coro da Prioral Matriz do Archanjo São Miguel, pela Capela do Coro Alto da Matriz de Ponta Delgada, pelo Grupo Coral de Nossa Senhora da Piedade, e por muitos bons cantores da Ilha que, em jeito de homenagem ao próprio Senhor, juntam o seu canto, num total de mais de uma centena de vozes, acompanhados ao Órgão pela estimada e sempre prestável Mestre, Dr.ª Ana Paula Andrade Constância, e por uma pequena Orquestra de instrumentos de sopro da Banda Lealdade, todos entoando o emblemático Gloria do Padre Vivaldi.
No final da cerimónia, ao Coro trajado com a sobriedade do preto e do vermelho escuro da Paixão, juntam-se as milhares de vozes sentidas do povo que ali acorre, acompanhados, dentro do templo, pelas duas Bandas da Vila, a Lealdade e a União, ficando uma no Guarda-vento da Igreja, outra na Capela da Senhora da Soledade, e pelo centenário Órgão de Tubos, todos executando em conjunto o carismático Hino do Senhor da Pedra, cuja composição é de 1890, do então maestro da Banda Lealdade, Guilherme Cabral, com letra já dos anos 50 do século XX, do Dr. Armando Côrtes-Rodrigues.
No Domingo, a Missa de Festa é ao Meio-Dia, solenemente cantada do Coro Alto, já só com os cantores e músicos da terra, este ano num total de 65 vozes, estreando a Missa de Angelis, na versão polifónica que é actualmente cantada no Vaticano.
E, como manda a tradição, o almoço é para a Família. Para juntar primos de muitas idades, dispersos pela Ilha, que regressam nesse dia à sua Vila de tantas gerações passadas.
Às seis da tarde, como sempre, de há tantos anos, sai então em Procissão a Imagem do Senhor da Pedra, percorrendo as ruas da velha Capital, como naquela tarde de 26 de Agosto de 1956, em que passando a Veneranda Imagem ao canto da nossa Casa, no seu leito, vencido pela doença, partia nosso avô deste mundo. Em Casa um momento sempre lembrado em dia de Festa. Lembrando o nosso natural destino...

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Em Festas de Ponta Garça - Ave Maria de Witt

Em terras de Ponta da Garça decorrem as Festas da Senhora da Piedade.
A Imagem, que o povo venera, sai à Rua após a Missa de Festa no 1º Domingo de Agosto, solenemente cantada pelo esmerado Coro de Ponta Garça.
E, no meio do tão vasto programa que acompanha estes dias de Festa, sobra tempo ao silêncio da contemplação da Senhora que carrega nos braços o seu Filho. No encerramento da Festa, em apoteose final, dia 8 de Agosto, às onze e meia, a Imagem sai ao adro, à veneração de milhares de fiéis, rasgando-se o silêncio da noite com a surdina de uma centena de vozes, entre cantores e amigos da terra e da arte dos sons, rezando, pelo canto, a serena Ave Maria de Fr. Witt.

segunda-feira, 26 de julho de 2010

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Sant'Anna dia 18 de Julho

Festas de Sant'Anna 2010

15 De Julho – Quinta-feira
20.30 – Tríduo com Missa cantada.

16 De Julho – Sexta-feira
20.30 – Tríduo com Missa cantada.
21.00 – Mudança das Imagens para as casas onde serão ornamentados os andores.
21.30 – Arraial.

17 De Julho – Sábado
18.30 - Confissões
20.00 – Regresso das Imagens à Ermida.
20.30 – Tríduo com Missa cantada.
21.00 – Homenagem a Sant’Ana pela Banda Lealdade.
Entrega das ofertas para arrematar.
21.30 – Arraial com Concerto pela Banda Lealdade, arrematações, bazar e barraquinha com petiscos, junto à Ermida de Sant’Anna.

18 de Julho – Domingo da Festa
11.30 – Procissão – Sai da Ermida, desce a Rua de Sant’Ana, pelos prédios, e sobe a Rua do Frias.
12.00 – Missa Solene, com pregação pelo Reverendo Pe. Dr. António Saldanha e Albuquerque, oficial da Congregação para a Causa dos Santos, no Vaticano.
19.00 – Arraial.

A Tradição de Sant'Anna

Dia 18 de Julho, Domingo anterior ao dia 26 de Julho, têm lugar as Festas em Honra da Senhora Sant’Anna. Recuperando tão antiga tradição da Paróquia, com alguns interregnos no século XX, os moradores das Ruas do Frias e de Sant’Ana promovem a festa de Verão da comunidade de São Sebastião.
A Ermida de Sant’Anna foi construída, pelo licenciado António Frias, no final do século XVI. Ao seu lado encontram-se as ruínas do antigo Recolhimento construído pouco tempo depois também por António Frias. Ali estiveram os frades agostinhos até à construção do Convento da Graça. Quando dali saíram, o Licenciado Frias e a sua mulher, padroeiros dos Conventos de Santo André e de São João, fundaram então o Recolhimento para os parentes mais pobres. A 10 de Agosto de 1624, Frias escreveu o respectivo regulamento e deixou parte dos seus rendimentos à Instituição, no seu testamento de 21 de Novembro desse ano.
António Frias vivia ao cimo da Rua que lhe tomou o nome, onde hoje está a estátua de José do Canto, construindo assim a Ermida ao lado da sua casa, sendo que nesse tempo não existia a actual Rua de Sant’Anna, aberta apenas após a extinção do Convento dos Jesuítas, nas respectivas terras.
Passados cem anos a Ermida estava decaída e necessitando de alfaias, conforme consta das visitas que lhe foram feitas. Restaurada então nos inícios de setecentos, e porque a Paróquia de São Sebastião estava com muita população, foram encetados esforços para a criação do Curato de Sant’Anna, o que veio a acontecer por Alvará Régio de 26 de Outubro de 1753, embora já tivesse Cura desde 1730.
As festas de Sant’Anna vêm assim de tempos imemoriais, com “uma linda procissão, com arraial e fogo preso, organizada pelos paroquianos da parte alta da cidade”, até à volta de 1910, conforme descreve o anuário Micaelense e apenas com a celebração da Missa Solene e arraial até 1989.
Festejado em Janeiro São Sebastião, o Santo Padroeiro da Matriz, chegados a Julho, os paroquianos subiam à chamada zona alta, ao início só com a Rua do Frias e a Ladeira de Sant’Ana e, já mais tarde, com a Rua de Sant’Anna, para as Festas em honra da Mãe da Mãe de Deus, venerada com grande devoção na sua Ermida.
Festejar Sant’Anna é celebrar o encontro entre Deus e os homens através daquela que gerou a Virgem Santíssima, escolhida para Mãe do próprio Deus, na ternura própria que recai do seu olhar de avó. As Festas são, por isso, um momento íntimo de encontro com Deus; uma demonstração pública da nossa identidade cristã; um espaço privilegiado para reunirmos as nossas famílias nestas Ruas da Cidade; um momento anual de encontro e partilha da nossa comunidade.
O Tríduo, com Missa Cantada, na Quinta, Sexta e Sábado, é o início e a preparação da Festa. Terminado o Tríduo de Sexta-feira, o andor com a Imagem de Sant’Ana com a Virgem Maria e o andor de S. Joaquim vão para as casas dos paroquianos que, esmeradamente, os ornamentam. No Sábado regressam à velha Capelinha do cimo da cidade, para o último tríduo.
Nas noites de Sexta, Sábado e Domingo têm lugar os serões à volta da Ermida, em jeito de arraial, com o típico bazar, a barraquinha dos petiscos, arrematações e os sempre apreciados acordes da Banda Lealdade.
No Domingo, o Dia da Festa, os sinos rasgam o silêncio da manhã, anunciando a saída solene da Senhora Sant’Anna com a Virgem ao colo e o andor de São Joaquim a acompanhá-las. Desce a Rua que tem o seu nome, por entre os prédios, e sobe a Rua do Frias, em sinal de caminhada para a Missa de Festa, centro da vida cristã.
A participação na Festa é a principal ajuda que cada um é convidado a dar, havendo depois muitas outras formas de colaborar: seja com flores; com prémios para o bazar ou para as tradicionais arrematações; ou, para aqueles que o desejam, com a colaboração para as despesas fazendo a sua oferta nos dias da Festa.
Repicam os sinos: cristãos engalanados, gente dessas ruas em volta, crianças tão contentes, vizinhos em festa, todos acorrem à Ermida, despertando, no silêncio da cidade que corre, o seu terno coração de aldeia…

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Convite

Convidam-se parentes e amigos à noite de São João, quarta-feira, 23 de Junho, à Casa de São Domingos, na velha Vila, à típica sardinha, temperada ao barril das Grotas Fundas, a partir das 19 horas e enquanto noite for...

A Noite de São João.

Vinte e três de Junho: a serena noite de São João!
A água corre da fresca fonte, enquanto as crianças saltam a fogueira que desfaz a escuridão. O cheiro é das sardinhas e os risos são de alegria porque a noite é de festa.
Na velha Casa de São Domingos, em Vila Franca, também se cumpre a tradição, festejando, com cor e alegria, São João, um dos três chamados de populares.
Entre o pôr-do-sol e a alvorada.
A entrada é pelo engalanado portão da antiga Rua do Senhor, aberto a todos, que a Menina Cristiana assim o manda.
E lá fora, na rua, Vila Franca volta a ser, por uma noite, o destino da Ilha.
A azáfama, noite dentro, de forasteiros dispersos; o riso de pipas já vazadas; o canto simples e popularucho de marchas alegres e ensaiadas a rigor; a euforia de repenicadas letras a martelo, cantadas com o afinco de gargantas tão festivas; a beleza da juventude engalanada com preciosas vestes, logo guardadas com o preceito que já nem os domingueiros fatos; barulho; tanta gente a passar; e um precioso silêncio por cima de tudo isto…
Um silêncio que admiro daquele feliz alpendre onde se cruzam o cheiro das sardinhas daquela nossa secular Rua, o toque solene do relógio da Câmara, o fogo-de-artifício quando o há e a saudade dessa noite. Onde se cruzam noites de tantos anos, amigos de tantas noites, e a lembrança dos que já por ali se cruzaram sem que o possam voltar a fazer.
E em Casa, do cimo do alpendre, o São João, em tão mimoso quadro, tão devotado como há anos, há décadas, dependurado naquelas paredes, engalanado a papel colorido, portão a dentro, o São João das fogueiras, das fontes, dos bailaricos e das sortes.
E a sorte é a cadência dos que vão entrando e ali passando, pois que melhor traria São João do que tão bons amigos e gente de sangue tão querida?
E quando tudo serena, do alto do campanário dos Paços do Concelho, o Hino é tocado em alegre outrora despertar, por músicos filarmónicos que assim devolvem a tradição a São João e alegram quantos se mantêm fiéis à Vila até ao dia do Santinho.

segunda-feira, 17 de maio de 2010

2006

2008

2009

Programa das Festas na Rua do Frias.

Domingo de Pentecostes, 23 de Maio
17.00 Missa cantada pela Capela da Matriz, com coroações.
18.00 Procissão da Mudança da Coroa do Espírito Santo da Igreja para a Rua do Frias.
18.30 Recitação do Terço.

Segunda-feira, 24 de Maio
20.30 Recitação do Terço.

Terça-feira, 25 de Maio
20.30 Recitação do Terço.

Quarta-feira, 26 de Maio
20.30 Recitação do Terço.

Quinta-feira, 27 de Maio
20.30 Recitação do Terço.

Sexta-feira, 28 de Maio
20.30 Recitação do Terço.
Entrega das ofertas de Flores e verduras.

Sábado, 29 de Maio
Entrega das ofertas de arroz doce.
20.30 Recitação do Terço.
Bênção da Dispensa.

Domingo da Santíssima Trindade, 30 de Maio
11.00 Cortejo Processional – Ruas: Frias, d’Água, Valverde, Largo da Matriz.
12.00 Missa Solene com Coroação, cantada pelo Coro Litúrgico da Matriz.
13.00 Cortejo Processional – Ruas: António José de Almeida, Machado dos Santos, Pedro Homem, Frias.
14.00 Sopas do Espírito Santo.

A Festa da Santíssima Trindade na Rua do Frias

Em 11 de Junho de 2006, Ano Pastoral do Domingo, dia do Senhor, relembrando aos cristãos a sua importância no encontro com Deus, com a família e com a comunidade, enquanto dia de júbilo e de vida, foi restaurada, no Domingo da Santíssima Trindade, a Festa em honra do Divino Espírito Santo da Matriz de Ponta Delgada, na Rua do Frias, aberta a toda a comunidade de São Sebastião.
Procurando cingir-se ao coração da Festa, o Espírito Santo, dela consta a oração do terço desde o Domingo de Pentecostes, dia em que a imponente Coroa, que se encontra na nossa Igreja, que outrora pertenceu ao chamado “Império dos Nobres”, o Império do centro desta cidade, é trazida para casa dos Mordomos que a recebem, ornamentam e veneram.
No Domingo da Trindade, após na véspera terem sido benzidas a carne, o pão, a massa e o arroz doce que servirão a partilha do almoço comunitário, saem as Insígnias do Divino Espírito Santo em cortejo processional até à Igreja Matriz, participando na Missa Solene do Meio-Dia, onde é coroada uma criança, nesse tão simbólico rito introduzido em Portugal por D. Dinis e pela Rainha Santa Isabel.
Regressando em Festa, a tarde é para as Sopas do Espírito Santo, em mesa corrida na Rua, aberta a todos, partilhando assim o trabalho e a oferta de muitos…
Anos após ano, as pessoas têm primado pela participação, num momento anual de encontro de vizinhanças, primando em ornamentações que dignificam a veneração à Terceira Pessoa da Santíssima Trindade, tão querida dos açoreanos.
As festas do Espírito Santo na ilha de São Miguel tiveram início com o terramoto de 1522 que arrasou Vila Franca do Campo e, por virtude da epidemia de 1673, o povo micaelense, implorando a misericórdia divina, acorreu ao Senhor Espírito Santo, pedindo aos fidalgos que emprestassem as suas Coroas para as colocarem em cima de estrados forrados das melhores colchas.
Em Ponta Delgada, pelo fim da peste, iniciou-se também uma sumptuosa Festa, à qual concorriam as pessoas mais nobres da cidade – por isso ficou a chamar-se a Festa do Império dos Nobres. Logo na Segunda-feira da Pascoela, precedida de uma ruidosa e alegre folia na véspera para afugentar "as malignas enfermidades", era celebrada Missa cantada ao Divino Espírito Santo, na Capela de São Roque da Igreja Matriz, imagem que está associada a esta Festa. Foi nessa primeira Festa, a 9 de Abril de 1673 que, surpreendendo todos os que ali estavam, apareceu uma singela pomba branca que a todos as cerimónias pacientemente assistiu, desaparecendo com terna expressão de contentamento logo depois de terminado o Ofício, ficando essa micaelense expressão de “Festa da Pombinha”.

O Regulamento do Império da Santíssima Trindade da Matriz de São Sebastião

Reavivando as profundas e genuínas tradições da Festa em honra do Divino Espírito Santo da comunidade paroquial da Matriz de São Sebastião da cidade de Ponta Delgada;
Restaurando-se e congregando o Império da Pascoela ou Império dos Nobres, desta cidade, fundado em 1673, e o Império da Ascensão, da antiga zona alta da Paróquia;
Devolvendo ao culto do Divino Espírito Santo o seu cunho espiritual e comunitário;
Atribuindo, à festa do Divino Espírito Santo, a solenidade que lhe é devida;
Dignificando, assim, o Domingo, dia do Senhor, relembrando aos cristãos a sua importância no encontro com Deus, com a família e com a comunidade, enquanto dia de festa e de vida;
Procurando a Festa ser, no coração da cidade, um momento de partilha da comunidade paroquial;

Do Império da Santíssima Trindade

1º É instituído o Império da Santíssima Trindade da Matriz de São Sebastião, adiante designado por Império da Santíssima Trindade.

2º O Império da Santíssima Trindade tem por fim o culto do Divino Espírito Santo.

3º A Festa em honra do Divino Espírito Santo, do Império da Santíssima Trindade, terá lugar na zona da Paróquia onde se realizavam os antigos Impérios da Pascoela e da Ascensão, ou seja, na zona baixa da cidade e na antiga zona alta, compreendidas estas entre a Rua de Santa Luzia e a Rua dos Mercadores, a sul; e a Ermida de Sant’Ana e a Rua do Contador, a norte.

Do Culto ao Divino Espírito Santo

4º As insígnias do Divino Espírito Santo utilizadas na Festa da Santíssima Trindade são a Coroa e a Bandeira da Igreja Matriz.

5º As insígnias do Divino Espírito Santo serão mudadas, para casa dos Mordomos, no Domingo de Pentecostes, após a última Eucaristia celebrada na Igreja Matriz.

6º As insígnias do Divino Espírito Santo ficarão expostas e ornamentadas, em casa dos Mordomos, até ao Domingo da Santíssima Trindade.

7º Do Domingo de Pentecostes às primeiras vésperas da Santíssima Trindade será recitado, em cada dia, o terço, aberto à participação dos fiéis, no espaço em que se encontrarem as insígnias do Divino Espírito Santo.

8º No Domingo da Santíssima Trindade, as insígnias do Divino Espírito Santo serão levadas em procissão à Eucaristia Solene da Igreja Matriz.
9º O cortejo processional será aberto pelos acólitos; seguindo-se as senhoras; a Bandeira do Divino Espírito Santo, levada pelos Mordomos do ano anterior; os homens com as opas; as crianças; e a Coroa, levada pelo sacerdote que presidirá à Eucaristia, e ladeada pelos mordomos.

10º Na Eucaristia Solene será coroada uma criança, convidada pelos Mordomos, a qual acompanhará o sacerdote na celebração e em todo o cortejo processional.

11º Terminada a Eucaristia, o cortejo processional regressará a casa dos Mordomos, acompanhado de toda a comunidade, sendo então a Bandeira do Divino Espírito Santo levada pelos Mordomos do próximo ano.

Da festa comunitária

12º Regressada a procissão a casa dos Mordomos e expostas as insígnias do Divino Espírito Santo à devoção dos fiéis, haverá um almoço comunitário, com Sopas do Espírito Santo.

13º Após o almoço deverão ser desenvolvidas actividades que fomentem o encontro e o franco convívio entre os paroquianos e que se enquadrem no espírito solene e sereno da Festa.

Dos Mordomos e da Organização da Festa

14º Os Mordomos são a família organizadora da Festa.

15º Os Mordomos são escolhidos pelo Pároco, ouvidos os Mordomos anteriores, sendo anunciados no fim da Missa Solene da Santíssima Trindade do ano anterior.

16º Os Mordomos deverão ser escolhidos de entre as famílias com vivência cristã, residentes na Paróquia.

17º Os Mordomos farão a recolha das dádivas para a festa, as quais só poderão ser feitas em géneros.

18º Aos Mordomos cabe o encargo de pedir o necessário apoio logístico e requerer as respectivas licenças.

19º Os objectos doados ao Império são propriedade da Fábrica da Igreja e deverão ser inventariados em livro próprio.

20º Os objectos do Império ficam à guarda dos novos Mordomos, logo após a Festa de cada ano, não devendo ser utilizados para outro fim.

Disposições Finais

21º A interpretação e a integração de lacunas deste Regulamento serão feitas pelo Pároco, ouvidos os antigos Mordomos, dentro do espírito do que aqui se dispõe.

segunda-feira, 3 de maio de 2010




Programa da Semana

04, 05 e 06 de Maio - Terça, Quarta e Quinta-Feiras:
18.00 - Tríduo Preparatório, no Santuário do Senhor Santo Cristo dos Milagres.

06 de Maio - Quinta-feira:
21.30 - Recital de Canto Gregoriano, pela Capela Gregoriana Psalterium, de Coimbra, na Igreja do Colégio.

07 de Maio - Sexta-feira:
21.00 - Inauguração da iluminação e arraial no Campo de São Francisco.

08 de Maio - Sábado:
09.00 - Missa no Santuário
12.00 - Homenagens diante do Convento da Esperança
16.20 - Mudança da Imagem e Te Deum.
Arraial.

09 de Maio - Domingo:
00.45 - Mudança da Imagem para a Igreja de São José
06.00 - Alvorada e Eucaristia da Grande Peregrinação da Ilha de São Miguel
10.15 - Saída da Imagem da Igreja de São José para o adro do Santuário
10.30 - Solene Concelebração Eucarística, no Adro do Santuário, presidida pelo Bispo do Algarve, D. Manuel Neto Quintas, e acompanhada por um coro misto regido pelo Maestro José Graça
15.45 - Saída do Guião da Procissão que percorrerá o trajecto habitual
16.30 - Saída da Imagem do Senhor Santo Cristo dos Milagres.
Arraial.

10 de Maio - Segunda-feira (feriado municipal):
11.00 - Missa Solene presidida por D. Aurélio Granada Escudeiro
14.30 - Arrematações.
Arraial.

13 de Maio - Quinta-feira:
18.00 Encerramento - Missa Solene em honra da Madre Teresa da Anunciada, presidida pelo Reitor, Monsenhor Agostinho Tavares.
Arraial.